Você é uma pessoa interessante?

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Seu filho merece!

Todo mundo quer conhecer uma pessoa interessante, ter um parceiro interessante, ter um trabalho, chefe, amigos, cachorro e gato interessantes. Mas poucas pessoas tem a coragem de se perguntarem se elas são tão interessantes quanto aquelas que procuram. Topam fazermos juntas uma reflexão? Temos um pouco de medo, mas se vocês vierem com a gente…criamos coragem!

Desligando o piloto automático

Se poucas têm coragem de se fazer essa pergunta, menos ainda se dedicam e trabalham para serem pessoas de fato interessantes. Tá bom…não é fácil. Ficamos na zona de conforto nossa de cada dia e vamos dançando conforme a música.

Mas aí que tá o problema, o DJ é muito ruim. Ficamos anestesiados pelo bate estaca dos mesmos assuntos. A mídia de massa desvia nossa atenção o tempo todo, nos distrai. Compramos nossas prioridades no mercadinho das almas das revistas femininas.

Gastamos nossa existência achando que seremos mais interessantes ou felizes se perdermos 10 quilos, se ganharmos massa muscular preferencialmente na região glútea, se ficarmos mais bonitas (sempre dentro do padrão da mídia) e por aí vai. Ou ainda adquirindo bens materiais e exibindo-os como se eles pudessem agregar valor a nossa personalidade.

Como disse o personagem Tony (Família Soprano) “eu sei que a vida é um presente, mas tem que ser sempre um par de meias?”. Pois é… acreditamos que não, que a vida pode e deve ser mais do que isso!

Por onde começar?

Talvez o caminho seja nos conectarmos com a nossa essência e buscar ativar em nós aqueles valores que na teoria acreditamos serem essenciais como: gentileza, amor, determinação, coragem, criatividade, autenticidade e tantos outros. Manter-se curiosa e interessada pela vida, com a capacidade de se entusiasmar preservada. Isso sim é um trabalho e tanto!

Alimentar nossa alma com livros que não necessariamente são Best Sellers, filmes que não necessariamente são blockbusters, arte de verdade (e não para ver o famoso no palco), oferecermos a nós mesmas outros “paladares” de música, entretenimento, comida, roupa e relacionamentos. E correndo o risco do filme não agradar, da comida não ser nenhuma maravilha, mas nos dando a oportunidade de experimentar, ampliar nossas referências e descobrir coisas novas.

Buscar qualidade de vida como um estilo de se viver. Cuidar da alimentação e se exercitar com o foco na saúde e bem estar, não para o imediatismo do próximo verão ou carnaval, ou ainda alguma meta inatingível ou inapropriada.

Que o nosso programa da noite não seja nenhum reality (onde a gostosona “se descuida e quase mostra de graça”… ops!), desligar mais a TV e escolher com mais consciência o que vai fazer parte do nosso mundo. Talvez, e só talvez, seja mais ou menos por aí.

Bom…se vocês vieram com a gente até aqui, e toparam essa reflexão, é porque estão interessadas, e isso já é um bom sinal. É bem provável que sejamos um pouco interessantes, mas sempre dá para melhorar, não é mesmo? Obrigada pela companhia!

Vocês acham que é mais ou menos por aí? Adoraríamos saber qual é a opinião de vocês.

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