Óleo mineral faz mal para pele e cabelo?

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Existe uma discussão  inflamada sobre o uso de óleo mineral na pele e nos cabelos. De um lado estão os que defendem este ingrediente cosmético como sendo altamente hidratante. Enquanto isto, há quem o considere apenas um recurso para baratear o custo de produção industrial e que, ainda por cima, faria mal à pele e aos fios. Mas, afinal: óleo mineral faz mal mesmo? Vamos entender um pouco mais esta discussão, pois informação é essencial para tomar a  decisão sobre o que comprar ou não!

Óleo mineral X óleo vegetal nos cabelos e pele

Os óleos vegetais possuem inúmeras qualidades e aportam muitos benefícios à beleza da pele e dos cabelos, no entanto em comparação aos óleos minerais possuem um custo financeiro mais elevado. Motivo pelo qual grande parte da indústria cosmética acabaria optando por usar o óleo mineral no lugar do vegetal.

Mas quem defende o uso do óleo mineral ressalta que ele teria um alto poder de hidratação e proteção da umidade natural da pele e dos cabelos ao criar uma barreira que impediria o ressecamento. No entanto quem questiona os benefícios do óleo afirma que, por exemplo, ele promoveria a longo prazo o ressecamento dos cabelos em função de só poder ser removido dos fios com o uso de shampoos/detergentes/sulfatos, cujo uso contínuo promoveria o ressecamento. Além disso, o óleo mineral funcionaria como uma maquiagem e não como um tratamento.

Quanto ao uso na pele, a discussão envereda pelo temor de ser altamente comedogênico e promover o surgimento ou agravamento de cravos e espinhas, o que de fato pode ocorrer em alguns casos.

O que estão dizendo X o que a ciência diz

Há inúmeras publicações alarmistas circulando pela internet atribuindo ao óleo mineral malefícios intermináveis como: potencial cancerígeno, envelhecimento precoce da pele, roubo de vitaminas da pele, etc. Entretanto, do ponto de vista científico não há evidências suficientes que sustentem estas afirmações.

A plataforma Skin Deep, citada aqui em outros artigos, permite pesquisar os eventuais riscos para a saúde de um determinado ingrediente. Ao pesquisar os estudos sobre óleo mineral nesta plataforma, é possível identificar que não há dados e pesquisas científicas suficientes que indiquem que o seu uso realmente faça mal à saúde. São relatadas apenas evidências limitadas de que poderia causar alguns problemas quando incorporados a certos produtos em spray, sobretudo, para as vias aéreas.

Então, antes de acreditar nos avisos alarmistas, vale pesquisar e com base em dados mais concretos tomar as suas decisões de compra. Na lista de ingredientes nos cosméticos, o óleo mineral pode aparecer também com outros nomes como “Paraffinum Liquidum”, “Mineral Oil”, “Paraffin Oil” e “Deobase”.

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