Novo guia alimentar brasileiro

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Você já deve ter visto uma pirâmide alimentar indicando o que deveríamos comer em maiores e menores proporções. Pois bem, ela é uma espécie de guia alimentar. A maioria dos países segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de elaborar um documento, com base na realidade e nos hábitos alimentares locais, contendo informações para orientar a população a se alimentar de forma saudável.

Os guias costumam adotar uma forma simplificada de representar estas recomendações usando pirâmide, círculo, prato, etc. Mas o Brasil foi muito além desta representação simplificada com o novo guia alimentar para a população brasileira, lançado em novembro de 2014, e conseguiu construir um dos exemplares mais sofisticados do mundo!

Diferencial do novo guia alimentar brasileiro

Os guias costumam classificar os alimentos em grãos, proteínas, verduras, etc., indicando quanto de cada grupo deve compor a alimentação diária. Já o novo guia divide os alimentos em grupos a partir do grau de processamento que sofrem até chegar a você!

Assim apresenta uma proposta que, embora se baseie na alimentação tipicamente brasileira, tem princípios que podem servir de orientação para as mais diferentes correntes nutricionais!

Grupos de alimentos do novo guia

São 4 grupos: alimentos in natura e minimamente processados, ingredientes culinários, alimentos processados e, por último, alimentos ultraprocessados.

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Os 4 grupos de alimentos

  • Alimentos in natura e os minimamente processados – os in natura são obtidos das plantas ou dos animais (como frutas ou ovos e leite) e adquiridos para consumo sem terem passado por qualquer modificação após deixarem a natureza. Já os minimamente processados passaram por alterações mínimas como “grãos secos, polidos e empacotados ou moídos na forma de farinhas, raízes e tubérculos lavados, cortes de carne resfriados ou congelados e leite pasteurizado”.
  • Ingredientes culinários – extraídos dos alimentos in natura ou diretamente da natureza e usados nos preparos culinários como óleos, gorduras, açúcar e sal.
  • Alimentos processados – produzidos com a adição de sal ou açúcar a um alimento in natura ou minimamente processado como legumes em conserva, queijos e pães.
  • Ultraprocessados – a “fabricação envolve diversas etapas e técnicas de processamento e vários ingredientes, muitos deles de uso exclusivamente industrial como refrigerantes, biscoitos recheados, ‘salgadinhos de pacote’ e ‘macarrão instantâneo”.

Prefira os orgânicos e cozinhe mais

O guia ressalta a importância da forma de cultivo dos alimentos, bem como o seu impacto sobre um estilo de vida mais sustentável.

É um dos poucos documentos oficiais que afirma que devemos dar preferência ao consumo de orgânicos, sobretudo, aos proporcionados pelos pequenos produtores regionais, sem que o produto precise percorrer grandes distâncias nem passar por vários intermediários até chegar a você!

O texto do guia ainda lembra que comer envolve muito mais do que a ingestão de nutrientes, abarca também a dimensão do convívio social, ressaltando o quão positivo o ato de cozinhar e comer pode ser para a saúde e a construção de laços afetivos e sociais.

O que fazer

Em resumo, o que o guia prega é que comamos comida de verdade, ao lado de familiares, amigos, colegas ou conhecidos! Conheça o guia, clique aqui.

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