Controlar o herpes pela alimentação

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Herpes representa um problema para muita gente! Estima-se que 80% da população tem herpes labial e 20% herpes genital, isso sem falar no herpes zoster e outros tipos de herpesAinda não descobriram a cura desta doença, mas já se sabe que é possível controlar o herpes pela alimentação: prevenindo, enfraquecendo e espaçando as crises. Vamos dificultar a vida desse bichinho!

O tratamento da Herpes

O vírus causa lesão na boca (herpes simples 1) e genital (herpes simples 2), e fica “escondido” nas terminações nervosas das mucosas, esperando um gatilho para se manifestar. Esse gatilho pode ser uma situação estressante, sol exagerado, falta de sono e descanso reparador, má alimentação, menstruação, medicação, excesso de atividade física e depressão. Tudo que causa a baixa imunidade é um convite para o herpes “explodir”.

Herpes labial. Foto: Google
Herpes labial. Foto: Google

O tratamento é feito à base de antivirais como aciclovir (o mais comum). Mas hoje já se sabe que é possível através da alimentação ter um “controle” maior das crises. Não só buscando uma alimentação saudável, que fortaleça o sistema imunológico, mas escolhendo quais alimentos colocar no prato.

Arginina e lisina

Arginina e lisina são aminoácidos que tem funções importantes no nosso organismo, mas na presença do herpes, eles desempenham papéis diferentes.

Estudos indicam que alimentos ricos em arginina favorecem as manifestações do vírus, já os ricos em lisina enfraquecem e até impedem que as crises ocorram. A lisina pode até ser consumida como suplemento (cápsulas manipuladas) conforme orientação e prescrição médica, mas também podemos dar uma forcinha na hora de escolher o que comer.

Alimentos ricos em arginina

Os alimentos ricos em arginina e que devem ser evitados por aqueles que têm o vírus do herpes, são: chocolate, nozes, amêndoas, amendoins, coco, café, aveia, passas e lentilhas.

Alimentos ricos em arginina. Foto: Google
Alimentos ricos em arginina. Foto: Google

Alimentos ricos em lisina

Os alimentos ricos em lisina, que nos ajudam a deixar o vírus bem quietinho, são: ovos, carnes, frangos, leite e derivados, a maioria das frutas como manga, damasco, peras, maçãs, figos, abacate, mamão, batata, levedura de cerveja, couve, beterraba e feijão. Alguns desses alimentos contêm também arginina, em menor proporção, mas ainda assim a lisina sai ganhando!

Alguns alimentos ricos em lisina. Foto: Google
Alguns alimentos ricos em lisina. Foto: Google

Agora que sabemos como a alimentação pode nos ajudar, vamos continuar torcendo para que a ciência continue evoluindo e nos trazendo mais novidades que nos favoreçam nessa briga.

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