Alongamento antes ou depois do treino

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Alongamento antes ou depois do treino? Taí uma resposta que envolve muita controvérsia, vários estudos, evidências, ponto de vista e direcionamentos que colocam em xeque tudo que acreditávamos. Será que o alongamento realmente evita lesões? Como ele deve ser feito? E em que momento do treino? Vamos destrinchar essa polêmica ou, pelo menos, tentar.
Vem comigo!

Alongamento evita lesões?

Estudos avaliaram a eficácia dos alongamentos estáticos, aqueles mais conhecidos em que alongamos um conjunto de músculos e permanecemos na mesma posição por 20 ou 30 segundos. A conclusão é que não há evidência de que fazer esse tipo de alongamento antes e/ou depois da prática esportiva evite lesões e sim, dependendo da intensidade, pode favorecê-las, assim como, causar uma perda de desempenho e força quando feitos antes.

Alguns especialistas recomendam antes do treino outros tipos de alongamento como o dinâmico (Dynamic Warm-up) em que se realiza uma série de movimentos preparatórios para a atividade que será realizada, alongando e também aquecendo a musculatura e o cardio ou, ainda, o funcional ou ativo leve.

A educadora física e personal Débora Praxedes concorda com os especialistas. Recomenda a seus alunos algo parecido com isso. Quando o treino é de musculação, sua indicação é um aquecimento na esteira e movimentos dinâmicos articulares antes do treino, e o alongamento propriamente dito, estático, no final do treino.

É isso mesmo, o alongamento dinâmico parece ser o mais indicado antes do treino, pois teria os efeitos que se esperava do alongamento estático, no que diz respeito à prevenção de lesões e melhora de desempenho. Já um alongamento ativo leve no final ajudaria a relaxar a musculatura sem danos. O sucesso dessa dobradinha é tanta que ela é adotada por muitos atletas amadores e também profissionais.

Débora acredita, ainda, que o alongamento dinâmico antes de aulas de ginástica, jump, localizada e dança, é uma ótima pedida para começar.

Nem antes, nem depois, mas em outro momento

Outro ponto de vista aposta que o alongamento estático (mais popular) ou o método F.N.P (facilitação neuromuscular proprioceptiva), muito usado por fisioterapeutas, que têm como objetivo aumentar a flexibilidade e a funcionalidade do corpo, são trabalhos complementares, muitas vezes necessários em casos de músculos rígidos, contraídos ou lesionados (neste caso com supervisão fisioterápica), porém devem ser feitos nem antes, nem depois do treino, mas em outro momento, em dias alternados, por exemplo.

Estudos indicam, ainda, que o alongamento estático não demonstra efeito preventivo em relação à lesão imediatamente após a prática, ou seja, a curto prazo, mas a médio e longo prazo ele, teoricamente, deixa o corpo mais preparado e menos suscetível a elas, sim. Portanto, podem fazer parte de toda rotina de treinos.

Para saber qual o tipo de alongamento é mais adequado para a sua prática esportiva, o melhor é falar com um profissional da área, que vai avaliar seu condicionamento, necessidades e objetivos. Bom treino!

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Débora Praxedes é educadora física e personal. Para falar com ela, veja seu perfil Facebook aqui.

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